Biomedicina Estética – 36a área: Dicas de cursos

Biomedicina Estética - 36° área

É tão bacana ver que a biomedicina ganha áreas e mais áreas para atuação dos profissionais, que eu não pude deixar de vir trazer ainda mais informações sobre cursos na área de estética, a nossa 36° área de atuação.
Em visita a Beauty Fair (Feira Internacional de Cosméticos e Beleza, que se realizou em São Paulo no último mês), pude ver o quanto a área é promissora e requer muita qualificação para que se tenha excelentes profissionais. A feira trouxe o 7° Congresso Científico Internacional de Estética e Cosmetologia, que foi sensacional, com novidades e técnicas recém surgidas nacionalmente e internacionalmente.
Embasado no grande sucesso e na expectativa nessa nova área, vim trazer maiores informações sobre cursos nessa especialização.
Falando em biomedicina estética, logo se pensa na Dra. Ana Carolina Puga, biomédica e especialista em estética. Residente de Sertãozinho/SP profere palestras em todo o país e ainda dá cursos de estética por aí, é uma “lenda” que nos dá orgulho.
Para você, interessado nessa área, que tem curiosidade e quer mais informações, pode entrar em contato com a própria Dra. Ana Carolina Puga (http://www.biomedicinaestetica.bmd.br/contato/contato)…
De imedianto, deixo abaixo uma lista de datas com cursos oferecidos por ela:

25/10/2011 – Curso de Avaliação, Consulta e Acompanhamento em Estética, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
26/10/2011 – Aula de Física Médica Aplicada à Biomedicina Estética, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
27/10/2011 – Cursos de Peelings Enzimáticos, Dermaroller e Micro-dermoabrasão, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
28/10/2011 – Cursos de Luz Intensa Pulsada (LIP) e Laser Fracionado de CO2,com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
29/10/2011 – Cursos de Depilação a Laser de Diodo e Remoção de Tatuagem a Laser, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
30/10/2011 – Cursos de Lipo sem Cirurgia, Intradermoterapia, HLP, Carboxiterapia e tratamentos corporais, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
 

22/11/2011 – Curso de Avaliação, Consulta e Acompanhamento em Estética, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
23/11/2011 – Aula de Física Médica Aplicada à Biomedicina Estética, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
24/11/2011 – Cursos de Peelings Enzimáticos, Dermaroller e Micro-dermoabrasão, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
25/11/2011 – Cursos de Luz Intensa Pulsada (LIP) e Laser Fracionado de CO2, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
26/11/2011 – Cursos de Depilação a Laser de Diodo e Remoção de Tatuagem a Laser, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP
27/11/2011 – Cursos de Lipo sem Cirurgia, Intradermoterapia, HLP, Carboxiterapia e tratamentos corporais, com Dra. Ana Carolina Puga e equipe, Sertãozinho/SP – Interior de São Paulo SP

Espero que tenham aproveitado as dicas. Esse mercado promete.
Estarei sempre trazendo informações sobre, afinal, é a área que mais me interessa!
Fiquem a vontade para questionamentos!
Grande abraço!

Por: Rutiely Tomaz – Tielim
Fonte: biomedicinaestetica.bmd.br/

Teste rápido para diagnosticar DENGUE com alface transgência EM TESTE.

Imagem: univap.br

Essa nova técnica para diagnóstico está em teste e pode apontar em até 24h se pessoa está doente pelo vírus.

Cientistas da Universidade de Brasília e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estudam uma tecnologia que possibilita detectar em menos de 24 horas se uma pessoa está contaminada por dengue. E o melhor e o ponto chave: o estudo através de folhas de alface geneticamente modificadas.
De acordo com o coordenador do Programa de Prevenção e Controle da Dengue no DF, Ailton Domício, atualmente são necessárias cerca de 72 horas para diagnosticar a doença, e o processo para identificar o possível local de contágio demora cerca de uma semana.
O teste em desenvolvimento é feito a partir da manipulação genética de alfaces para fabricação de fragmentos do vírus causador da doença. O especialista da Embrapa em plantas transgênicas Francisco Aragão disse que a pesquisa vem sendo desenvolvida desde 2008.
A técnica consiste na inoculação de partículas do vírus na alface. Os cientistas obtêm um material que, combinado ao sangue, revela se a pessoa contraiu a doença. Futuramente, segundo o grupo, o método pode inspirar uma “vacina comestível”.
Após divisões celulares na planta, é possível extrair material da mesma e juntá-lo ao soro do sangue da pessoa a ser examinada. “Se o vírus estiver presente, a proteína [extraída da planta] vai capturá-lo e provocar uma reação colorimétrica.
O professor da Universidade de Brasília Tatsuya Nagata aponta outra vantagem no uso de alfaces para montar o primeiro kit nacional de diagnóstico da dengue: a dispensa de cobaia animal.
Os testes em curso são realizados por uma doutoranda orientada por Nagata no banco de sangue da Fundação Oswaldo Cruz. Segundo os cientistas, os resultados têm sido “positivos”.
Os pesquisadores estimam que serão necessários mais seis meses para considerar satisfatória a quantidade de soros sanguíneos examinados para validar a pesquisa. Depois, eles devem passar mais cinco anos tentando fazer com que a técnica também permita identificar com qual dos quatro sorotipos da doença a pessoa foi infectada.

Ainda não há data para liberação do teste para a população geral, pois isso é dependente de órgãos reguladores, porém, já estamos SUPER ansiosos aguardando os resultados dessa pesquisa e quem sabe nos proporcionar mais uma melhora para a área laboratorial.
Parabéns aos pesquisadores e orientadores do estudo.

Fonte: globo.com
Por: Rutiely Tomaz – Tielim

Fim de Férias do Blog com novidades…

Olá, galera.
Acabaram minhas férias aqui e agora volto com força total para trazer as melhores informações e atualidades para vocês, que sempre me prestigiam com sua visita e comentários.
O Blog passou por mudanças que irão melhorar ainda mais sua qualidade…
Em breve, trarei promoções e sorteios para vocês…

Obrigado pelo carinho e pelas visitas no meu período de ausência!
Com carinho…

Rutiely Tomaz – Tielim
(tielim@hotmail.com)

“Maldição dos 27″??? Médicos explicam a relação da idade com a morte pelo consumo de drogas.

Biomedicina Uniube está na luta contra as Drogas!

Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Kurt Cobain e, agora, Amy Winehouse. A chamada “maldição” que levou à morte ícones do rock e do pop aos 27 anos, cientificamente, não passa de uma triste coincidência, de acordo com especialistas.
Não é possível responder com precisão matemática sobre quanto tempo o corpo de uma pessoa resiste a uma rotina de abusos de drogas e álcool. Considera-se quantidade, tempo, organismo e diferentes interferentes. O que é possível afirmar, entretanto, é que quanto mais jovem uma pessoa começa a usá-los, mais cedo terá problemas .
“Possivelmente, (as celebridades que morreram aos 27 anos, como recentemente, Amy Winehouse) usaram quantidades maiores por longa data. Os efeitos variam de acordo com o tempo e a quantidade em que estão relacionados”, afirma Ivan Mario Braun, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).
Braun lembra que drogas como cocaína e heroína (associada oficialmente às mortes de pelo menos Joplin e Cobain) têm risco maior de produzir overdose, diferentemente da maconha e do cigarro, por exemplo.
Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que o risco do usuário ter uma overdose aumenta muito quando se associa crack ou cocaína ao álcool (tipo um coquetel letal). “Cria-se uma terceira molécula muito mais tóxica para o músculo cardíaco e para o cérebro, podendo ocasionar uma arritmia cardíaca”, explica.
Foi justamente uma combinação fatal dessa que, em 2007, quase levou Amy Winehouse à morte. Segundo relatos, a cantora foi hospitalizada com uma overdose após misturar um coquetel que incluía heroína, escstasy, cocaína, quetamina (um anestésico de uso veterinário) e álcool.
Segundo a Polícia Metropolitana de Londres, ainda é cedo para se falar sobre as causas da morte de Amy, ainda mais que seus pais dizem que seria um choque se fosse comprovado overdose, pois Amy estava melhor em relação ao uso de drogas. Mas além da lista de drogas citadas acima, Amy também já foi flagrada consumindo crack. De acordo com um estudo coordenado por Laranjeira, por meio do Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas, quase um terço dos usuários de crack morrem nos primeiros cinco anos de uso da substância (é estatístico).
Ao longo de 12 anos, a pesquisa avaliou 131 pacientes dependentes, que foram internados entre os anos de 1992 e 1994. Vinte e cinco deles morreram antes dos 25 anos. Neste caso, a maior causa da morte não foi overdose, e sim, homicídio, já que grande parte dos usuários no Brasil estão envolvidos também no tráfico. “A mortalidade ocasionada por crack é pior do que a de heroína. A morte de usuários de heroína é de 1% ao ano”, avalia.
Para Laranjeira, Amy sofria de uma doença grave e “optou” por não tratá-la. “Efetivamente, ela nunca se expôs a um tratamento intensivo e estava se deteriorando mentalmente. Teria de ser internada mesmo involuntariamente, pois não estava mais em condições mentais de decidir.”
O psiquiatra reforça que quando a pessoa usa estes tipos de substâncias químicas, entra em um estado mental que não consegue parar, apesar das complicações. “No caso dela, o fato de ser uma celebridade rebelde tumultuou ainda mais a sua vida. A doença fazia parte de uma liberdade poética. Morreu de uma doença que nunca tratou.”
Os especialistas lembram ainda que geralmente as mulheres sofrem mais os efeitos e ficam dependentes mais rápido das drogas, se comparadas aos homens. No entanto, o ritmo de vida, como hábitos alimentares, também tem influencia nas consequências.
Doenças crônicas podem acelerar o processo de deterioração do organismo, como aconteceu com Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana, que suicidou com um tiro na cabeça em 1994 (que eu, particularmente, não acredito, porém, vou usar dos fatos aos quais chegaram), após consumir uma alta dose de heroína. Em entrevistas, o músico costumava dizer que viciou-se “conscientemente” em heroína pois a droga era a única capaz de aliviar as fortes dores no estômago que ele sentia desde criança.
“O uso de drogas vai produzir doenças. Se o usuário já as possui, piora. Há uma intoxicação e sobrecarga no organismo, além dos danos cerebrais. Sempre há sequelas e existe um preço a ser pago”, conclui Laranjeira.
Tragicamente, perdemos mais um ícone da música, voz poderosa mas vida conturbada. A idade com o que se foi Amy, serve de reflexão para as consequências do uso das drogas. E assim ficamos, com uma história de sucesso curta, acompanhando todos os problemas dela e vendo como a droga acaba com o ser humano. Que sirva ao menos de reflexão…

Por: Rutiely Tomaz – Tielim
Fonte: globo.com

Vem aí o 14° Encontro Nacional de Biomedicina

Encontro Nacional de Biomedicina – Botucatu/SP

De 20 a 22 de outubro de 2011, acontece em Botucatu/SP o 14° Encontro Nacional de Biomedicina.

Através do site, você pode conferir tudo, como programação, calendário, inscrições e as normas para envio de trabalhos…  (www.enbm.com.br)

Galera, vamos participar, vamos enviar nossos trabalhos e prestigiar a 14° edição desse grandioso evento.

Qualquer dúvida sobre o evento e para saber mais, podem procurar por mim, que sou o representante do Encontro Nacional de Biomedicina na Uniube, ou procurar o Diretor Nelson Ranieri.
Em breve posto aqui maiores informações, prometo que vou correr atrás de algo bacana para o evento, aguardem novidades!

Por: Rutiely Tomaz – Tielim
(tielim@hotmail.com)

China cria robô que ajuda na coleta de sêmen em clínicas de fertilidade

Robô que coleta o sêmen
Ainda é considerado muito constrangedor coletar esperma para uma análise em clínicas de fertilidade. Eu, sinceramente não sei porque do constrangimento, uma vez que o que deve ser feito é muito natural. Enfim, muitas das vezes, por ser um momento “constrangedor”, muitos homens não conseguem chegar na ejaculação nos laboratórios onde o material deve ser coletado, e visando esse problema, uma empresa chinesa, chamada Sanwe Medical Equipment, criou um robô que promete ajudar muitos homens.
Chamado de sperm collector, o aparelho realiza movimentos no pênis do usuário, ao mesmo tempo em que apresenta um filme erótico em sua tela de LCD, e coleta o sêmen em uma camisinha acoplada no tubo especial.
A fabricante afirma que o robô consegue simular com eficácia os movimentos do órgão sexual feminino, tem um bom design e pode ser limpo e dedetizado facilmente após o uso. Outra utilidade do “sperm collector”, segundo a Sanwe, é poder tratar pacientes com ejaculação precoce ou problemas de ereção.
O aparelho custa cerca de US$ 2,8 mil e a empresa diz que fabrica 10 aparelhos por semana.
Melhor assim… Num mundo onde cada dia as coisas se tornam mais automatizadas, nada mais conveniente que levar essa automação em prol da saúde humana.
 
Por: Rutiely Tomaz – Tielim
 

Escherichia coli O104:H4 – Nova bactéria

E. coli – Fonte: ecoliblog.com

Mais de 20 mortes confirmadas, mais de 2,2 mil pessoas contaminadas, a origem ainda é incerta, a forma de contágio pessoa – pessoa ainda não é totalmente esclarecida e logo o mundo vai vivendo com preocupações e medo da tal Escherichia coli (E. coli).

Primeiro os pepinos suspeitos, tudo alarme falso. Depois os brotos de soja de uma fazenda em Hamburgo, tudo negativo nos testes novamente.

Com tantas dúvidas, nós, do blog Biomedicina Uniube, conseguimos de primeira mão, uma matéria com quem entende do assunto, e o detalhe, é BIOMÉDICO, e conhecidíssimo, Dr. Roberto Martins Figueiredo, isso mesmo, o Dr. Bactéria.
Seguem as palavras exclusivas dele para nós:

Nós vivemos em um mundo pertencente aos microrganismos, dependemos totalmente deles para viver, da produção de alimentos a resistência de nosso organismo, sem falar dos que nos rondam, existe um verdadeiro exército em nosso corpo, 90% das células que carregamos durante nossa vida são microrganismos. Dentre as várias espécies existentes, uma em particular merece destaque, a Escherichia coli, encontrada nos animais de sangue quente, convive com a gente desde os primeiros meses de vida, colonizando nosso intestino e sendo responsável por várias funções essenciais do nosso organismo, como a sintetização de vitamina B.

Geralmente elas não são patogênicas, exceto quando são rompidas as barreiras onde elas vivem. No entanto, alguns destes microrganismos que viviam dentro de alguns ruminantes, por um processo de recombinação genética de nome complicado chamado transdução,  conseguiram incorporar para si um gene de uma outra bactéria, de nome Shigella, esta sim de características patogênicas, pois tem a capacidade de produzir uma toxina de nome SHIGATOXINA (ou Verotoxina) que produz diarréia com muco, pus e sangue e ainda pode, na dependência da resistência do paciente, produzir uma Síndrome Urêmica Hemolítica (SUH) , principal causa de colapso agudo renal em crianças. Apartir daí algumas bactérias Escherichia coli obtiveram a capacidade de produzir esta toxina. Por isso a toxina produzida pela E. coli, também é chamada Shigatoxina ou Verotoxina.

Para azar nosso, esta bactéria, mesmo com a capacidade de produção desta toxina, não ocasiona doença para os animais reservatórios (vacas, carneiros, cabras, alces, entre outros) o que torna praticamente impossível descobrir qual animal teria ou não esta bactéria.

A utilização de fezes destes animais na forma de esterco ou mesmo a utilização de água contaminada por eles, ou até mesmo caramujos que transportassem estes microrganismos poderiam contaminar vegetais e frutas. Isto sem falar da utilização da própria carne cujo abate dos animais pode levar a contaminação das peças que serão comercializadas.

Este microrganismo não resiste ao calor, o processo de fritura, cozimento entre outros leva à morte dos mesmos, no entanto, há vários casos existem incriminando hambúrgueres mal cozidos.

Com relação aos vegetais, os processos adequados de higienização são:

  • refrigeração
  • lavagem em água corrente
  • imersão em solução clorada
  • nova lavagem

Seria o bastante para minimizar este problema. No entanto, neste caso da epidemia européia e com relação a este tipo de Escherichia coli (O104:H4), estudos verificaram a capacidade deste microrganismo de colonizar tecidos profundos dos vegetais, o que tornaria estes procedimentos de higienização, inócuos. Somente a exposição a altas temperaturas mataria este microrganismo.

Esta bactéria (E.coli o104:H4) ao ser ingerida, e estamos falando de uma quantidade extremamente pequena, ao redor de10 a 100 bactéria, chegaria até a região intestinal onde produziria esta toxina. A partir daí a responsabilidade pela doença é da toxina, não havendo mais intervenção da bactéria, por isso antibióticos não melhoram o quadro geral do paciente, podem até agravar, pois vários deles atacam os rins, o que complicaria ainda mais a doença.

Na dependência da resistência individual da pessoa, os rins podem ser atacados produzindo a síndrome hemolítica renal e levando a falência de vários órgãos e a morte. De difícil tratamento e por implicar em risco de morte, o tratamento deve ser feito em UTI.

Não acredito que este caso irá se tornar uma epidemia mundial como no caso da H1N1 (gripe), pois as formas de transmissão são bastante diferentes. No entanto, este microrganismo novo, veio para ficar, muito ainda iremos falar dele e de vários casos que irão surgir e surgindo nos faz avaliar o quanto pequenos somos em relação aos microrganismos, quanta capacidade eles tem. Quão necessárias são as adoções de procedimentos de higienização como:

Lavagem adequada das mãos;

Higiene em geral;

Educação em higiene;

Higienização de frutas e Hortaliças;

Monitoramento de safras e importações de produtos agropecuários;

E principalmente respeito a este mundo que vive paralelo ao nosso mundo sem nos esquecermos que este mundo é verdadeiramente dos microrganismos.

 

Roberto Martins Figueiredo – Dr. Bactéria

Agradecemos imensamente ao Dr. Roberto pela matéria e esperamos que todos tenham aproveitado bastante sua explicação. Fiquem a vontade.

Por: Rutiely Tomaz – Tielim

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